ooc. vou sair, tchau -q


What’s up?

alice-lives-here:

jasmine-agrabah:

Acho que a gente nunca se encontrou. Não sou tão nova, estou aqui há… sei lá, alguns meses. 

Entendi -sorri- Você gosta daqui?

Gosto, gosto. E você, já era de Seattle?


What’s up?

alice-lives-here:

jasmine-agrabah:

Jasmine, ou Jaz, prazer.

O prazer é meu. -sorri- Hm, eu nunca te vi por aqui. Você é nova, ou a gente simplesmente nunca se encontrou?

Acho que a gente nunca se encontrou. Não sou tão nova, estou aqui há… sei lá, alguns meses. 


What’s up?

alice-lives-here:

jasmine-agrabah:

É, estou bem, e você?

Tudo ótimo. Meu nome é Alice.

Jasmine, ou Jaz, prazer.


What’s up?

alice-lives-here:

jasmine-agrabah:

Ola! -sorri- Como vai?

É, estou bem, e você?


What’s up?


Never look back l @Alasmine

aladdi-n:

Irritar Jaz era surpreendentemente divertido para Alan. Certo, talvez não tão surpreendentemente, já que um dos objetivos básicos de sua vida era irritar as pessoas. Mas ela fora uma das únicas pessoas com quem sentira um real prazer em conversar… Mesmo que mais da metade das conversas entre os dois mais parecesse uma briga de cão e gato. Mas eles eram amigos… Por mais estranhas que fossem as circunstâncias sobre o qual se conheceram, ou as mais estranhas circunstâncias sobre o qual se conheceram mais… terminando em uma fuga apressada de Alan pela janela do quarto da primeira-filha, enquanto tentava escapar de algumas dúzias de policiais armados à sua caça. Alan achou que nunca a veria de novo, por mais que ela fosse o que ocupara sua mente nas semanas que se seguiram… E sabia que o pai dela não ficaria lá muito contente com seus planos para o banco, mas fazer o quê? A filha mimadinha dele provavelmente nem se lembraria de quem estivera nos seus lençóis no dia seguinte.

Então, de qualquer modo, é possível se afirmar de que irritar o pai de Jaz ao auge, ao ponto de mandá-lo pra outro continente, fora uma coisa boa. Porque trouxera a filha dele junto (mesmo que, naquele momento, ela estivesse sendo caçada pelo mundo). - Vai falar que vocês bebem a pobre água mineral nacional? Vocês devem lavar a louça com Evian por lá - divertia-se Alan. - Pode não ser uma princesa, mas é tratada como uma. - espetou. Aquilo era ridiculamente divertido. Além de Jaz ficar ainda mais linda irritada. Ou mesmo determinada, como parecia agora. Alan levantou as sobrancelhas. - A filhinha de papai está permitindo que eu escolha qualquer desafio, qualquer um mesmo? - certo, aquilo o pegara de surpresa. Algumas ideias, até meio cruéis demais, perpassaram sua mente. Mas uma olhada em volta, pra um casal de hipsters cujos braços estavam cobertos de tatuagens, lhe deu uma ideia.

- Certo, vou ser legal com você, Agrabah. Você pode me agradecer no futuro, quando tiver uma linda história pra contar aos nossos netos - ele sorriu de modo maroto. - Vamos lá, fazer uma tatuagem. Nós dois. Mas um que vai ter que escolher a do outro. O desenho e o lugar. Quem sabe eu não coloque a sua em um lugar onde só eu possa ver… - completou, cheio de malícia.

– Não sei você, Alan, mas eu não quero discutir sobre água. – Principalmente porque Jaz não bebia a água mineral nacional. Era uma daquelas regras idiotas de seu pai. Não tente entender. Bem, talvez Alan finalmente estivesse certo. Talvez ela realmente fosse tratada como uma princesa, mas isso não queria dizer que gostava, não, era sufocante. Então não respondeu, não queria prolongar mais pensamentos sobre seu pai, pois era o suficiente para mais lágrimas, mas as enxugou rapidamente com uma de suas mangas. Não imaginou que sentiria tanto sua falta. – Qualquer um. Será que seu cérebro minúsculo é capaz? – Jaz o cutucou, mas a vontade de voltar atrás martelava cada vez mais forte em sua cabeça, porém não podia. Não, não mesmo. Mas… uma tatuagem? A cor sumiu de seu rosto, e Alan não poderia ignorar. Já conseguia ouvir suas risadas de deboche. Sem dúvida nenhuma, preferia pular nua em um chafariz, mas não podia voltar atrás. E em um lugar onde apenas Alan poderia ver? Jaz bufou. Engoliu em seco e tentou sorrir. – Tatuagens em testas não são muito populares, Alan. Tanto faz, vamos lá. – Pelo menos seu pai nunca descobriria, pensou. Como se soubesse exatamente o lugar que Alan escolheria apenas pelo completo tom de malícia em sua voz. Respirou fundo. Havia apenas um lado bom em tudo isso. Poderia revidar. 


Boa tarde.


Boa noite.

dakotadwarf:

MAS ENFIM, você não tá gostando de Seattle?

Estou, claro, mas… sei lá.


Boa noite.

dakotadwarf:

Ah..

Aí é complicado. 

Muito.